Terapia Ocupacional em Destaque

Terapia Ocupacional em Destaque

Terapia Ocupacional

"É um campo de conhecimento e de intervenção em saúde, educação e na esfera social, reunindo tecnologias orientadas para a emancipação e autonomia das pessoas que, por razões ligadas a problemática específica, físicas, sensoriais, mentais, psicológicas e/ou sociais, apresentam, temporariamente ou definitivamente, dificuldade na inserção e participação na vida social. As intervenções e Terapia Ocupacional dimensionam-se pelo uso da atividade, elemento centralizador e orientador, na construção complexa e contextualizada do processo terapêutico"

Referência: World Federation of Occupational Therapy; Associação Brasileira de Terapia Ocupacional; Centro de Estudos de Terapia Ocupacional - Ceto. Definições de Terapia Ocupacional. Lins: Faculdades Salesianas de Lins, 2003. (p.70)

Conheça este profissional e usufrua de suas capacidades.

Sejam todos muito bem vindos!

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Tratamento não-farmacológico de demência e ações preventivas


Olá!

As demências têm sido tema recorrente nas rodas de amigos, nos noticiários, nas redes sociais, nas salas de aulas e em todos os lugares onde existe a preocupação com a preservação de funções cognitivas tão importantes para manutenção da autonomia e independência, tais como a memória, a atenção, a concentração, a tomada de decisão, o raciocínio lógico, a linguagem. 

É sabido que atividades que estimulam tais funções cognitivas tem a propriedade de estimular novas conexões neuronais e com isto favorecer melhor organização cerebral. Desta forma, uma pessoa que se envolve em atividades que estimulem a cognição, tem maior probabilidade de se manter saudável. 

Mas e quem já tem um transtorno cognitivo leve instalado ou um quadro demencial? Pode se beneficiar?

A resposta é sim! Pode se beneficiar, de modo diferente. A intervenção de estimulação cognitiva, terá então o objetivo de estimular a reorganização neuronal para o fim de retardar a evolução da doença. Esta intervenção pode ser individual ou em grupo. Em fases iniciais, a intervenção em grupo alcança sucesso e ainda contribui para maior socialização.

Em Maio/15 terá início novo grupo de estimulação cognitiva sob minha coordenação, com os objetivos supracitados. Os encontros do grupo acontecerão no bairro Cidade Nova, e serão semanais, tendo sua composição com um número máximo de 06 idosos. 

Entre em contato e participe! Previna e se cuide!
Keliane - T.O. (31) 4103-4455

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Um amigo autista na escola

Olá!

O ambiente escolar fornece estímulos de suma importância para a criança, que irá interagir à sua maneira com os demais. 

Compartilho este vídeo, que é emocionante, onde crianças contam como é ter um amigo autista na escola. Acolher é o mais importante, e ninguém nasce preconceituoso, as pessoas aprendem a ser... Nesta caso, assista o vídeo e aprenda com estes pequenos.




Keliane de Oliveira
Terapeuta Ocupacional

DIA MUNDIAL DA CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO - 02 DE ABRIL


O mês inicia com o dia mundial da conscientização do Autismo. A conscientização é de suma importância para garantir apoio à criança e à família, redes de suporte em saúde e educação, oportunidades igualitárias de convívio e superação ao preconceito. 

Em saúde fala-se em Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA), e em 2012 foi sancionada uma lei para instituir uma Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Para efeitos legais a pessoa com transtorno do espectro autista é considerada pessoa com deficiência. 

Pesquisas mostram que 01 em cada 100 crianças é portadora do TEA, e parece afetar mais aos meninos do que as meninas. O mais comum é que o transtorno se instale nos três primeiros anos de vida, e isto traz consequências importantes no que tange às conexões de neurônios em áreas importantes para a sociabilidade. 

Para conscientizar é preciso informar, por isto neste mês de Abril, o blog oferecerá diversas informações a respeito do TEA. Serão vários aspectos abordados envolvendo neurociências, família, cuidado, educação, tratamento e autonomia.

Nos acompanhe! Abraços,
Keliane de Oliveira
Terapeuta Ocupacional


quinta-feira, 26 de março de 2015

Ciclo de Estudos: T.O. em Saúde Mental I: Cenário Político e Espaços de Prática

Agora o Ciclo de Estudos realmente voltou!!!Inscreva-se!!!





Keliane de Oliveira
Terapeuta Ocupacional

Terapia Ocupacional e Doença de Alzheimer


Olá!

Pesquisa espanhola evidencia os benefícios do acompanhamento de Terapia Ocupacional contra o Alzheimer. O artigo está no link abaixo:


Se a intervenção de T.O. tem a capacidade de atuar tanto quanto a medicação quando a doença já está instalada, dá pra imaginar o quão ela é importante no processo preventivo, né?

O declínio cognitivo (dificuldades com memória, atenção, concentração, entre vários outros) é algo próprio do envelhecimento. Em maior ou menor escala, todos teremos algum prejuízo com o avançar dos anos. Faz-se necessário um trabalho de estimulação cognitiva, afim de retardar este processo e não ter muito prejuízo funcional. 

Procure atividades que estimule atenção, concentração, tomada de decisão, raciocínio lógico e memória. Leia bons livros, encontre jogos que o estimule, ouça músicas e se permita aprender algo novo, sempre.

Então, procure um Terapeuta Ocupacional e participe de um grupo de estimulação cognitiva. Além de divertido e dinâmico, traz muitos benefícios! 

Keliane de Oliveira
Terapeuta Ocupacional
(31) 4103-4455

domingo, 22 de março de 2015

A família e o adoecer

Olá! Bom dia, boa tarde, boa noite!

Hoje venho trazer um assunto de suma importância, que diz respeito à família e ao adoecer.

Adoecer geralmente diz respeito ao processo que acontece com um indivíduo. Mas aqui, vamos falar do adoecimento como um fato coletivo, um evento que acaba por atingir àqueles que convivem com o sujeito adoecido. 

Aquele que cuida do adoecido, ou que vivencia este adoecimento próximo a ele, tende a adoecer também. Por isto é preciso também cuidar de quem cuida. O sentimento de impotência do cuidador familiar, é um dos principais fatores que potencializam seu adoecimento também.

Sempre indico para os principais cuidadores de meus clientes, acompanhamento psicológico e em algumas situações psiquiátricos. Afinal para cuidar é preciso estar bem, e mais pessoas adoecidas na casa pode tornar ainda mais crítica e crônica a situação.

Se você vivencia situação similar, com o sofrimento de um familiar, não aguarde o surgimento de muitos sintomas, tais como humor deprimido, exaltado, irritado, angústia ou desânimo. Busque uma atividade que lhes seja significativa ou que dê prazer e cuide de seu bem estar e de sua qualidade de vida. Busque um profissional e orientações.

Nas próximas semanas, publicarei aqui alguns textos com orientações para auxiliar familiares de idosos com processo demenciais, ou perda cognitiva leve e adultos com transtornos mentais graves. Estar bem orientado e informado é um passo importante para evitar mais adoecimentos nestas situações e para reorganizar a família cuidadora.

Até breve!
Keliane de Oliveira
Terapeuta Ocupacional
(31) 4103-4455

terça-feira, 17 de março de 2015

Atendimento Domiciliar: Por quê?



O atendimento domiciliar é uma importante modalidade de atendimento, frequentemente utilizado por terapeutas ocupacionais.


Mas por que fazer atendimento domiciliar? Vamos conversar um pouco a respeito?


O desempenho das ocupações humanas, é mediado pelo seu contexto. Ou seja, o desempenho de uma pessoa em uma atividade em dois contextos diferentes, também se difere mesmo sendo o mesmo sujeito. Como a terapia ocupacional intervem no cotidiano, na realidade do sujeito, é preciso conhecer o ambiente onde ele desempenha determinada atividade para intervir na mesma. 

Fazer o treino de atividades de vida diária (AVD) ou atividades instrumentais de vida prática (AIVD) em um ambiente de consultório, mesmo que haja um cenário montado na clínica, não fornece informações sobre a atividade de forma tão rica quanto em seu ambiente domiciliar. 

Se uma pessoa tem dificuldades ao desempenhar a atividade de cozinhar, e será necessário avaliar uma adaptação ou estabelecer um treino desta atividade, é fato que haverá melhor aprendizado e generalização deste aprendizado considerando a cozinha deste cliente, a altura do fogão, da bancada, os seus utensílios de cozinha, a funcionalidade da cozinha entre outros fatores. 

É muito comum, orientarmos o cliente ou família sobre atividades como o banho, por exemplo, considerando a forma convencional desta atividade. Mas é preciso conhecer o contexto do cliente, pois muitas vezes o mesmo não dispõe de chuveiro em casa, o que faz com que a orientação do banho seja feita de forma diferente se for considerado o balde como recurso para a realização da atividade. 

A modalidade domiciliar não é somente para fins de adaptação da casa. É importante o terapeuta conhecer o contexto no qual a atividade se dá, afim de maior assertividade na intervenção. 

Abraços, 
Keliane
T.O.